Iniciamos este blog em outubro de 2008, para divulgar o lançamento do livro de Francisco Dias da Costa Vidal sobre suas memórias da Praia do Hermenegildo. Mas continuaremos contando sobre nossos passeios, nossas experiências, nossas artes, e as novidades do nosso Planeta. Convidamos a todos os amigos a participarem e assim, continuarem a fazer parte da nossa história! Sejam Bem-vindos!

sábado, 15 de maio de 2010

De Pelotas a Macaé

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De Pelotas a Macaé

14 de maio de 2010 Categorias: Sem categoria

“Sinto ainda o cheiro de Pelotas no inverno, as paredes molhadas nos corredores do São José, a sopa no Costinha, as tardes na Cascata, o frio que nenhuma estufa suportava, o vento do Laranjal, ainda ouço os concertos às 18h no Sete de Abril passando por ali ao voltar do Campus da UfPel e especialmente, a "confusão" na Avenida, todos os finais de semana.

Tanta coisa para recordar”.

Essas palavras saudosas são da Ana Teresa Soto Vidal, 44 anos, Pelotense nata. É assim que ela se descreve, orgulhosa de sua terra natal.

Estudou no Castelinho do Saber, no Yázigi quando recém abriam suas portas, no São José, no Pelotense e por fim na Universidade Federal de Pelotas. Ana se formou em Nutrição em 1992. É Pós Graduada em Gestão de SMS e em Gestão de RH.

Viveu intensamente na nossa Princesa do Sul. Fala com graça dos lugares e fatos que fazem parte da história dela.

Participou do time de basquete da cidade, inclusive , foi capitã do honroso time de basquete do São José dos anos 75 a 79 e do Pelotense dos anos 80 a 82. Também fez parte do vôlei do clube Brilhante. E para cuidar da espiritualidade, dentre outras coisas, fez o 7º Nazareth, um encontro para jovens católicos. e para desenvolver a voz, integrou o Coral da Universidade Católica de Pelotas.

Virou Desgarrada cedo. Saiu de Pelotas pela primeira vez em 1984, aos 18anos. Morou no Paraguay, Argentina e Uruguay por cinco anos participando do grupo latino americano Viva La Gente (hoje se chama Gente que Avanza - em espanhol), grupo de intercâmbio e formação integral de jovens.

Voltou a viver em Satolep em 1989 pra terminar a faculdade. Nesse retornom retomou o coral ce se tornou solista do Coral de Câmara de Pelotas. “lembro com satisfação desses momentos”.

Em 1992 virou Desgarrada novamente. Partiu para o mercado de trabalho em Lages , Santa Catarina onde ficou cinco anos, depois trabalhou em Curitiba, no Paraná por mais cinco anos e há seis vive em Macaé, no Rio de Janeiro. Trabalhou como gerente de restaurantes industrais durante dez anos, numa empresa de perfuração de poços de petróleo como coordenadora de treinamento durante dois anos e hoje é gerente administrativa de uma empresa de engenharia elétrica, em Macaé.

Dos lugares de Satolep que não se apagam da memória estão os colégios onde estudou, a igreja do Porto, os passeios na Avenida Bento Gonçalves, o Laranjal no verão dos anos 80, quando viveu a adolescência de forma mais intensa ou na época da faculdade. Também fala do teatro Guarany, das apresentações no Sete de Abril, e do Conservatório de Música.

. “Esse ambiente cultural, formou minha tela de fundo, minha apresentação, minhas capacidades, minha visão de mundo e meus objetivos de vida. Nós “desgarrados” de Pelotas temos muita saudade, especialmente dos eternos amigos que ainda vivem por ai. Achamos muita graça das palavras que ninguém entende, do vocabulário dos pelotenses. Macaé me recepcionou bem e aqui conquistei alguns dos meus objetivos de vida - "comprei meu primeiro apartamento e ainda, com vista pro mar”.

Ana Teresa Souto Vidal retorna à Princesa do Sul uma vez por ano, nas férias. Volta por tudo: pra ver os pais, os amigos, as sobrinhas, as ruas, a arquitetura e a beleza da nossa cidade. E avisa: - Pelotenses desgarrados tem em todos os lugares. Até onde a gente não espera. Uma vez, quando embarquei numa plataforma de petróleo, descobri um pelotense que havia sido aluno do meu pai no CAVG. Até lá tem!!!"

Texto publicado no blod DESGARRADOS DE SATOLEP

domingo, 2 de maio de 2010

Um pouco de serra num domingo ensolarado - São Pedro da Serra

Sempre estou querendo descobrir a serra do Rio de Janeiro, onde moro há 6 anos.
Por isso, qualquer passeio pela serra é do meu agrado: para arejar a cabeça, pra ver outros ângulos e desvendar os cantos do Rio de Janeiro (muito diferentes da capital). Apesar de ter morado por 10 anos na serra de Santa Catarina e Paraná, com frio e inverno "de verdade", voltar às alturas, respirar "ar puro", viver a tranquilidade, ver a vegetação abundante, "curtir" as curvas da estrada, é sempre bom ao espírito.
Foi assim que decidimos ir a São Pedro da Serra (www.saopedrodealdeia.tur.br): Rita, uma amiga, seus filhos e eu.

Para chegar lá, para quem mora em Macaé, basta seguir pela BR101 em direção ao Rio e em Casimiro de Abreu, cidade cerca de uma hora, dobra-se à direita na estrada da Serra-Mar (RJ-142).

São Pedro da Serra e Lumiar, com 700 metros do nível do mar, pertencem ao município de Nova Friburgo e estão localizadas na seera fluminense, próximo a Mata Atlântica, atravessado por rios. Um deles o Rio Macaé, onde nasce. Temperaturas agradáveis, cachoeiras, pousadas, artesanato, lojas e restaurantes são atrativos que levam turistas de vários lugares, incluindo estrangeiros.
(Foto -Praça de entrada de São Pedro)

Saimos na manhã de domingo e com o objetivo de almoçar por lá.
O dia estava ótimo e a estrada razoavelmente tranquila.

Primeiro passa-se por Lumiar, mas fomos direto, mais 5km.
Chegamos no coreto, na entrada da localidade, atravessamos um pequeno pontilhão, e paramos para almoçar num restaurante muito aconchegante.

A IGREJA

OS RECANTOS


OS BARES

O ARTESANATO
LUMIAR
Um destrito antes, cham,a-se Lumiar. Este também pertence a Nova Friburgo - Outro rercanto gostos de passar o domingo!




Bares, artesanato, mas poucos lugares para se almoçar. O ponto forte são as pousadas e lugares onde passar uma noite; no verão, onde fugir da praia e curtir uma cachoeira ou uma piscina na serra.








sábado, 1 de maio de 2010

Gramado num final de semana



Olá!
Gramado é Gramado!
Cada vez mais lindo, arrumado, cheio de novidades.
Melhor ainda se estiver frio, chuvoso e no dia seguinte aparecer o sol e o céu azul.
Tudo isso exige uma sopa de agnolini, capeteletti, um franguinho, uma polenta frita, e claro! - um chocolate quente com uma torta.
Cheguei em Porto Alegre quarta as 23h50, tendo saído do Rio de Janeiro as 17h30 - carro, avião...prontinho, estava em casa...quer dizer, no apartamento onde estavam os papis, a Simone e as meninas, Potira e Catarina.
Quarta foi feriado Nacional - 21 de Abril - e no Estado do Rio de Janeiro sexta era feriado Estadual pelo dia de São Jorge. Aprovetei para dar uma esticada na terrinha boa.
No outro dia, acordamos na hora que deu vontade e logo depois de almoçar partimos no meio da serra, com chuva e neblina, para Gramado.
Acabamos indo por outro caminho e com todas as condições climáticas, com calma e cautela, chegamos lá.
Encontramos a cidade decorada com a Festa das Nações.
No dia seguinte acordamos tarde, na hora de terminar o café da manhã do hotel Natura.
O quarto amplo, quentinho, com chuveiro maravilhoso, café da manhã gostoso ao estilo alemão.
Depois de descansar e correr um pouco pelo pátio, saimos a passear.

Esta é a casa da Branca de Neves onde as meninas brincaram, entrando e saindo da casinha.
No calçadão de Gramamdo, uma brincadeirinha com o pinguim.
Almoçamos em Canela, no Restaurante Coelho, onde já havíamos almoçado uns anos atrás.

Muita chuva e frio, cada vez mais frio.
Foi ai que entramos em uma loja para comprar roupas de frio.
O Papi se deu bem e levou um casaco gostosinho.
Mas não tendo encontrado tudo, fomos ao centro, tomamos um chocolate quente e fomos a cata de blusas de frio. A Poti tava reclamando do frio. A Nininha embrulhada com a mamãe. Aí, fomos direto a loja Lupo, onde comprei uma blusa grossinha. As meninas numa loja em frente levaram horas mas acharam sus casaquinhos fofos.
E do lado mais uma blusa (essa laranja).
Que alívio! A Poti feliz com o "super casaco", como ela chamou o casaco roxo soft.

Tomamos mais um chocolate quente e fomos para o hotel dormir.

Na manhã seguinte, o frio espantou a chuva e o céu abriu Saimos pelo centro e qual a surpresa que vimos um desfile lindo representando todas as nações da região de Gramado - italianos, alemães, desntre outros. Carroças decoradas, pessoas vestidas com roupas tipicas e roupas utilizadas nas atividades da lavoura. Carros puxados por bois e zebus enormes, lindos, gordos uns calmos e outros sendo acalmados, bufando.

O desfile demorou quase uma hora e consegui filmar tudo.
A Poti e a Catarina se divertiram muito.

Tomamos um café na rua coberta e partimos.

Ai...com tudo concluido, saimos de Gramado, descemos a serra e tomamos o rumo de POA, com as estrada mais calma, sem chuva e sem neblina.

Deixamos Gramado animado, cheio de gente e fresquinho. E encontramos POA mais quente, úmida e a noite. As meninas dormindo, mas tudo correu bem, na paz.

E todos descansados e de banho tomado, a bagunça foi até tarde no apartamento.

Domingo era o aniversário da Mami/Vovó. E ao telefone, falou com a Nanita e o Carlos Eugênio. Todos nós no apê cantamos Feliz Aniversário. As meninas impolgadíssimas!!!

Fomos almoçar e logo depois Simone, a eximia e incansável motorista, partiu para Santa Maria com as meninas.

Eu e os papis logo depois fomos ao aeroporto.

Eu rumo ao Rio e eles mais um dia em POA, em baixo de chuva e frio.

No Rio, sol, céu azul e 35ºC. É mole!?