Iniciamos este blog em outubro de 2008, para divulgar o lançamento do livro de Francisco Dias da Costa Vidal sobre suas memórias da Praia do Hermenegildo. Mas continuaremos contando sobre nossos passeios, nossas experiências, nossas artes, e as novidades do nosso Planeta. Convidamos a todos os amigos a participarem e assim, continuarem a fazer parte da nossa história! Sejam Bem-vindos!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Visita de vanguarda no Hermena

Na segunda 12 de janeiro às 14h, pegamos Anita Carrasco (que tinha adoecido no domingo e não viajou ao Hermena). Logo fomos na Marialba e rumamos a Santa Vitória, com a intenção de preparar o lançamento do livro. A viagem passou rápido, com fundo musical e muita conversa entre as duas Anas. A única pausa foi no Alvorada.

Ao chegar no Hermenegildo, fomos encontrando veraneantes conhecidos. Anita nos levou a duas casas: a de Salma Etiene Vasques Rodrigues de Lima - que, depois saberíamos, é colunista social do Jornal Liberal - e a do seu irmão, o professor Homero Vasques Rodrigues, autor de vários livros. Eles são filhos de Nelson Vasques Rodrigues, outro escritor.
Defronte à casa de Etiene (foto abaixo com seu marido, o Bileco), estava o professor Indu Ferrari (foto acima, com Anita), muito entusiasmado com a paleontologia. Todos tinham lido o livro, num único exemplar que estava circulando, comprado em Pelotas por Rosângela Cava.
Em Santa Vitória, muitas pessoas têm nomes estranhos e ficam conhecidas por seus apelidos da infância. O Bileco é um desses casos; ele se chama realmente Ioel.

Logo passamos a visitar o professor Homero. Por mais uns minutos conversamos com ele e a esposa, Maria Teresa. Era nosso primeiro contato com ele, que falou de seus veraneios nos anos 40, quando tinha uns 5 anos menos que Ignez. Homero diz que leu metade do livro em meia hora e depois ficou mais meia hora chorando, emocionado por tudo o que estava lendo ali, sua própria infância, com fotos que ele gostaria de ter tirado. Uma delas era a do padre na motocicleta: um amigo lhe havia dito que se trataria somente de uma bicicleta com motor, e esta foto do livro lhe havia dado razão, quanto a tratar-se realmente de uma motocicleta. Novamente emocionado, ele agradeceu por esta publicação e se declarou admirador de toda a família Vidal.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

À venda em duas livrarias de Pelotas

Nesta sexta, deixei 6 exemplares na Livraria Vanguarda. A encarregada ainda não tinha chegado de férias mas o gerente recebeu os livros (era a segunda vez que eu ia lá). O preço ficou a 18 reais, com 40% para eles.

É a segunda casa que vende o livro, e poderiam ser mais livrarias, se as coisas fossem mais fluidas. Na Católica ainda não consegui entrar, pois a universidade está de férias em certos horários: certos dias de manhã, outros de tarde. Ritmo de verão, ou ritmo de Pelotas?

Na livraria da UFPel (atrás do Liceu), me pediram um número de conta bancária com identificação da agência, para o pagamento posterior (aqui, eles ficam só com 30%); como eu não sabia de cor o número da agência, peguei os livros e voltei para casa. Um formulário por tão pouco, e no entanto nesta livraria o livro tem que estar à venda, pois foi editado na Federal. A Mundial me deu um recibo simples, e deixou que eu fixasse o valor. Deixei em 15, com 33% para eles.

Hoje e amanhã, estaremos no lugar dos acontecimentos, para definir a data exata do lançamento no Hermenegildo e outros detalhes. Lá veremos onde deixar o livro à venda, pois já nos avisaram que em toda Santa Vitória não existem livrarias!

Almoço no Gourmet

Quinzenalmente há algum motivo para celebrar algo e geralmente é a Ignez que nos paga o almoço, preferentemente no Lobão. Esta vez foi no Gourmet e o motivo foi o bota-fora da Ana Teresa, que viajava de volta a Macaé sexta-feira de tarde, após ter deixado várias decisões encaminhadas sobre o lançamento do livro em Santa Vitória. O almoço anterior foi na Galeteria, pelo lançamento do livro. Nesta sexta 9 de janeiro, Marialba Torres estava conosco e, como não poderia deixar de ser, o assunto principal foi o Hermenegildo.

Antes deste almoço, Ignez tinha recordado que seu primeiro contato com os castelhanos foi com a família Olivera, que veraneava na casa do lado. Meses antes de completar 5 anos, Ignez ouviu de uma das vizinhas o convite "Querés jugar?", e saiu correndo de medo, perguntar à mãe o que significava aquilo. Então, a mãe com todo carinho explicou: "Sua boba, ela quer brincar contigo". A menina começou aí uma amizade que duraria para sempre, mas que seria bloqueada 9 anos depois, com o fim dos veraneios na praia. Durante toda a vida, Ignez buscou o contato com os castelhanos, em sucessivas viagens aos países vizinhos (sua forma de retornar àquela época, infringindo a proibição de voltar).

Em pleno almoço, Ignez comentou a Maria Eliana que só havia voltado ao Hermenegildo uma vez, com a tia Marília (nenhum de nós sabia), em ano que não especificou, e que tinha ficado chocada com as mudanças no lugar. Só o fato de recordar aquele momento a deixava tão angustiada que ela disse que nem gostava de falar nisso. Foi quando não conseguiu mais segurar as lágrimas, por uns segundos.

Após o lançamento, é a segunda pessoa que sabemos ser tocada por grande emoção devido ao tema do livro. A outra foi Leda Borges, que sem conhecer o Hermenegildo pôde lembrar de sua própria infância. Sessenta anos depois, os sentimentos seguem existindo e precisando de cuidado. Não os ignoremos nem os reprimamos. Vamos ao Hermenegildo?

domingo, 4 de janeiro de 2009

As próximas sessões de autógrafos

Terminada a primeira sessão de autógrafos, dia 19 de dezembro em Pelotas, seguem aparecendo interessados que vêm a nossa casa pedir o livro. Já vendemos uns 15 na porta. A Livraria Mundial vendeu mais 8, em uma semana. Ainda falta deixar exemplares na Vanguarda, na UFPel e na Educat.

As amizades, os convites distribuídos e os contatos feitos com a mídia deram esses resultados e ainda há água rodando no moinho. Antes do lançamento, foram visitadas com sucesso a rádio Pelotense e a Universidade, a TV UCPel e a TV Comunitária (abaixo, foto com Wilton Cunha, na sexta 19-12). Na imprensa escrita, saiu uma nota no blog Amigos de Pelotas, uma notinha no Diário da Manhã e uma boa reportagem no Diário Popular.

A segunda sessão de autógrafos já está conseguida para sábado 24 de janeiro, no Hermenegildo.

A terceira será sábado 7 de fevereiro, na Feira do Livro do Cassino.

sábado, 3 de janeiro de 2009

O autógrafo para Anita Carrasco


Anita Carrasco Pereyra, que escreveu em 2006 o prefácio e sempre torceu pelo sucesso do livro, ajudou-nos a localizar outros vitorienses residentes em Pelotas. Professora de História e Geografia no CEFET, ela ainda estava trabalhando na hora da sessão de autógrafos, mas conseguiu chegar às 21:30.

O autor lhe dedicou um autógrafo especial, de página inteira, e o leu a ela em voz alta (foto à direita), ganhando um carinhoso beijo de agradecimento e admiração. Anita é fã da família Soto Vidal desde 1968, quando se radicou em Pelotas.

Ignez Dias da Costa Vidal também apoiou a produção, emprestando algumas fotos do álbum familiar. Ela não escreveu o livro, mas recorda detalhes que apóiam o texto, do ponto de vista da filha mais nova. Foi Ignez quem indicou Anita para escrever o prefácio, especialmente por seu conhecimento, desde a infância, do balneário do Hermenegildo e seus personagens.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Primeira sessão de autógrafos


Na sexta-feira 19 de dezembro, realizou-se a primeira sessão de autógrafos do livro "Vamos ao Hermenegildo?", a partir das 18h50min, quando chegamos ao Centro de Integração do Mercosul, da UFPel. A essa hora já havia um senhor vitoriense interessado no livro. Aos poucos foram chegando os amigos e parentes, e o autor seguiu autografando sem parar, até perto das 21h30min. Às 22h, apareceu a última visita, o advogado Francisco Carlos de Moraes. Alguns souberam pelo jornal, outros pelo convite, outros por e-mail, ou até por comentários de amigos.

A única representante da Academia Pelotense de Letras foi sua presidente, Zênia de Leon (foto abaixo). Mário Mattos foi o único representante do Instituto Simões Lopes Neto. O único escritor não integrante dessas associações foi o amigo Aldyr Garcia Schlee (foto acima).

64 pessoas assinaram o livro de presença. Quem não assinou: o autor, sua esposa e os dois filhos que residem em Pelotas (Francisco Antônio e Maria Eliana). Ana Teresa chegou dias antes. Carlos Eugênio e José Cláudio não estavam na cidade.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Santa Vitória do Palmar e Praia do Hermenegildo, em 2006

Em outubro de 2006, Francisco Vidal, a esposa Ana Elisa e os filhos Ana Teresa e Francisco Antônio estiveram em Santa Vitória e na Praia do Hermenegildo. Lá foram tiradas várias fotos, dentre elas a da contracapa do livro "Vamos ao Hermenegildo?". Vejam aqui algumas dessas imagens históricas do seu retorno, após 30 anos da anterior visita, ao local de inspiração do livro!
Na foto acima, o pórtico de entrada de Santa Vitória, do ponto de vista de quem sai.


Primavera e maré baixa no Hermenegildo, 60 anos depois do último veraneio. Ao longe, o caminho que levava a Pelotas.

No acesso principal, Francisco e a filha Ana Teresa. Fomos os únicos visitantes do dia.


Dentro da nova capela do Hermenegildo, a foto da inauguração (acima), não sabemos em que ano. A antiga capela era uma casa que olhava para o mar.

Belos detalhes ornam o seu interior, como o andor em forma de barquinho.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

80 anos de Francisco Dias da Costa Vidal: junho de 2009

No próximo ano, em 9 de junho, Francisco Dias da Costa Vidal comemorará seu Octogésimo Aniversário!

Estamos preparando uma super-homenagem ao pelotense, professor, orientador educacional, crítico de arte, psicólogo, psicanalista, agrônomo, pai e avô. O primeiro presente será a edição do seu segundo livro, as crônicas de memórias do Hermenegildo (na foto, a visita em 2006).

Preparem-se!

"Vamos ao Hermenegildo?"

O segundo livro de Francisco Vidal será lançado ainda este ano

"Vamos ao Hermenegildo?" é uma série de crônicas de memórias sobre os veraneios no balneário vitoriense entre 1936 e 1945. As férias familiares, que se inauguravam com a emocionante viagem pela praia, são o pano de fundo destes relatos que hoje - além de aventura - trazem até nos um retrato histórico, geográfico, social e afetivo.

Francisco Dias da Costa Vidal, tão benquisto por seus ex-alunos, leitores e conterrâneos, revela-se nestas páginas o homem de muitas facetas que sempre foi: psicólogo, agrônomo, cronista de arte e viagens, desenhista, pai de cinco filhos, pessoa de fé... Nos brinda com uma jóia bem lapidada desde a década de 1990.


Suas crônicas nos conduzem a um encontro de múltiplas facetas: num canto do mundo, onde dois países se tocam, onde a natureza não marca fronteiras políticas e as pessoas de ambos países se misturam, se conhecem mutuamente e fazem amizades duradouras, muitas das vozes da rica personalidade do autor também se coadunam.
Este livro é, portanto, um convite a um encontro marcado que espera pelo leitor: Vamos ao Hermenegildo?

Esta será a capa do livro! (Arte de Gilnei Tavares, sobre uma idéia de Ana Teresa Soto Vidal)

Francisco Vidal na Praia do Hermenegildo, em outubro de 2006. A coleta de conchas na areia é uma metáfora das recordações que foram recolhidas na Praia da Memória. Algumas delas o mar levou; outras se transformaram em relatos e serão agora publicados.

Fotos de Ana Teresa.